domingo, 3 de abril de 2011

"Ditados" e "Ditaduras"

"Ser ou não ser, eis a questão"
Já dizia o ancestral dramaturgo,
"Vivemos num mundo de ilusão"
Digo eu, que habito neste burgo.




"Sem pão, todos ralham sem razão"
Assim informa o célebre ditado,
"O povo necessita é de união"
Digo eu, assim á laia de recado.




"Esmola grande, pobre desconfiado"
Indubitável e proverbial realidade,
"Que triste vida e que negro fado"
Digo eu, farto de toda esta falsidade.




"Com papas e bolos se enganam os tolos"
A melhor descrição da actualidade,
"Por favor políticos, parem com estes dolos"
Digo eu, alertando toda a sociedade.




"Manda quem pode, obedece quem deve"
Está já um pouco descontextualizado,
"Paga o pobre as contas que o rico deve"
Digo eu, farto de ser usado e enganado.




"Mudam os tempos, mudam as vontades"
É mesmo aquilo de que todos precisamos,
"Acabemos com esta feira de vaidades"
Digo eu, agora que a mente despertamos.



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segunda-feira, 28 de março de 2011

Poema "F"

Fui fraco, falsa
Figura;
Frio, fálico ferro
Ferrugento,
Facada flácida, formal
Fractura,
Fado ferido, fugaz
Firmamento.




Foste fantástica,
Formosa,
Frugal fantasia
Feminina;
Fruta farta, fonte
Famosa,
Forte,furiosa,fera
Felina.




Futuro fremente, fiel
Fortaleza,
Faremos festa, farra
Folia,
Final feliz? Fútil
Fraqueza,
Felicidade fundeada, feneceu
Fria.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Pai, Inesquecível Pai!

Durante toda vida foste meu suporte
Deste conselhos, ofereceste tua mão
Fizeste de mim um homem mais forte
Mais do que um pai, foste um irmão
A tua obra não termina com a morte
Ficarás sempre vivo no meu coração




Ainda te lembras do nosso segredo
Polegar ao alto se tudo estava bem
Viveste teus últimos dias com medo
"Abandonares" tua esposa, minha mãe
Ias partir da vida demasiado cedo
Estava marcada a viagem para o Além




Pai querido e fraterno
Serás para sempre meu
Fugiste deste inferno
Foste morar para o Céu
Agora és uma estrela
Brilhando entre as demais
Certamente a mais bela
Tua face não esqueço jamais




Guias-me agora ao longo da vida
Sei que aí do alto me iluminarás
Nesta minha longa e dura corrida
De escolhos e barreiras me livrarás
A tua morte foi o ponto de partida
Não mais deverei olhar para trás.




Fizeste de mim forte e não fraco
O que se levanta quando alguém cai
Aquele que mesmo caíndo num buraco
Esfola mãos e joelhos mas dele sai
Sujeito que mesmo desfeito num caco
Irá ter a força doada por ti meu PAI




Umas lágrimas salgadas
Deslizam pelo meu rosto
As palavras são caladas
Pelo profundo desgosto
A vida por vezes é dura
Nem sempre de rosa pintada
Por isso PAI, tenho a tua figura
Sempre no meu coração tatuada

sexta-feira, 18 de março de 2011

O Amor, esse desconhecido...

Sentimento descomunal
Ambíguo e perturbador
Tem vezes que é carnal
Outras causa leve rubor
Mas não vivemos sem ele
Têmo-lo sob a nossa pele
E durante a nossa vida
É também enorme ferida...


O Amor é dor
Mas também é alegria

O Amor é calor
Funde o gelo da nostalgia


O Amor é uma côr
Pinta a nossa harmonia


O Amor é vigor
Enche-nos de energia


O Amor é uma flor
Que cresce dia a dia


Mas também é estupor
Desaparece como por magia



Nessa altura de embaraço
A vida é caos e confusão
Precisamos de um abraço
Que nos conforte o coração
Mas recusamos por mero engano
Temos medo que nos causem dano
Só que tarde ou cedo acordamos
E de novo ao Amor nos entregamos...


O Amor é dor
Mas também é alegria


O Amor é calor
Funde o gelo da nostalgia


O Amor é uma côr
Pinta a nossa harmonia


O Amor é vigor
Enche-nos de energia


O Amor é uma flor
Que cresce dia a dia

Mas também é confortador
Reaparece um qualquer dia







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quarta-feira, 16 de março de 2011

BAILE DO POVÃO*

Ainda se lembra senhor
Como tudo começou?
Se esqueceu, eu não...
Vossa primeira maioria
Mandaram na assembleia
Foi um grande festão!




Os socialistas a sorrir
A direita estava a pedir
O Bloco e comunas também
Agora sozinhos a mandar
Com o Durão a ajudar
Tudo iria correr bem...




(Refrão)


Afinal tudo descambou
O Mundo todo mudou
Aperte, aperte com eles
Os juros a aumentar
O povo sem trabalhar
Aperte, aperte com eles
Não apertámos a tempo
Não pensámos um momento
Aperte, aperte com eles
Assim senhor, pois então
Criámos uma situação
O povo ralha com razão




Senhor, desculpe insistir
O que está ainda para vir
Para piorar a situação?
Vamos levar com o FMI,
A Merckl vai mandar aqui
Ou ficamos sem tostão?




Como diria o Tiririca
Isto pior não fica
Os tempos são manhosos
Só vejo uma solução
Lutar pela demissão
Dos políticos "gulosos"




(Refrão)


Afinal tudo descambou
O Mundo todo mudou
Aperte, aperte com eles
Os juros a aumentar
O povo sem trabalhar
Aperte, aperte com eles
Não apertámos a tempo
Não pensámos um momento
Aperte, aperte com eles
Assim senhor, pois então
Criámos uma situação
O povo ralha com razão

*Baseado na letra "Baile de Verão" de José Malhoa.

segunda-feira, 14 de março de 2011

A Marioneta

Pobre figurinha de trapos vestida,
Orfã de ideias, inerte, sem vida,


És homem, mulher, por vezes menino,
Deixas que outros tracem teu destino,


O sindicalista, o patrão, o bancário,
O político e o teu filho se necessário,


Levantam-te o pé, erguem-te a mão,
Andas a reboque, vives sem condição,


Miserável fantoche de fios rodeado,
Em toda a tua vida serás sempre usado,


Não pensas, não ages, não tens voz,
Quem te comanda é teu próprio algoz,


Não tens objectivos, não tens futuro,
Vives permanentemente num palco escuro,


Por quanto mais tempo vais ser comandado?
Será que um dia não ficarás revoltado?


E quando esse dia chegar irás soltar-te,
Desse longo emaranhado de fios a rodear-te,


Saltarás o muro, enfrentarás a claridade,
Encontrarás finalmente a tua liberdade,


Junto dos teus iguais, seguirás novo rumo,
Ganharás confiança, coragem e aprumo,


Levará algum tempo, mas depois como por magia,
Saberás o que significa realmente a Democracia.

A chamada cívica.

Chega a hora em que ouvimos certo chamamento,
Onde precisamos de estar lutando todos unidos,
Quando vemos pessoas como nós num sofrimento,
Hora essa em que seremos vencedores ou vencidos.




Nós não temos a pretensão de mudar o Mundo num dia,
Mas sabemos, com persistência algo irá decerto mudar,
Nossas armas são a justiça,solidariedade e a alegria,
Partimos prá luta, pois temos um país para levantar.




Nós somos o Povo, construímos o nosso lindo futuro,
Mas teremos de estar unidos, remando na mesma direção,
Esta forma de (desgoverno) está prestes a cair de maduro,
E a força do nosso País está dependente do povo,irmão.



Vem juntar-te a nós, traz a tua energia e positivismo,
Unidos faremos desta amálgama de ideais,enorme movimento,
Queremos libertar o povo desta inércia, deste comodismo,
Enquanto construímos o futuro, viveremos também o momento.



Democracia acontece quando o povo é escutado e respeitado,
Todos sem excepção, desde pais a filhos, dos netos aos avós,
Por isso irmão, quer tenhas trabalho ou sejas desempregado,
Junta-te a este movimento, pois Portugal precisa de todos nós.

domingo, 13 de março de 2011

O Povo saiu à rua!

O Povo
Saiu à rua
Num dia lindo

Alegres
Com megafone
Cantando e Rindo


Uma
Rouca voz
De um microfone
Sai

E um mar
De gente
Anónima
Atrás dela
Vai


A palavra
Da boca da gente
Avança

Irmãos,
Unidos, apelam
Prá mudança


E a voz
Dos precários
Emergiu
Livre, sem amarras

Para dizer
A toda a gente
Mostrem as garras


Sem sangue,
Sem violência
Lutando pelo
Ideal

Rumarmos,
Juntos, sem medo
Para um melhor
Portugal


Passa a mensagem
Urgente
Que o povo
Deliberou

Políticos
Escutem bem
O vosso prazo
Acabou


Aqui
Vos afirmamos
Olhos nos olhos
Confiantes

Que
Se o povo quiser
Nada jamais será
Como antes


Ouçam bem
Todos vós
Esta forte
Voz da razão

E de uma vez
Por todas
Ajudem o Povo
Pelo bem da Nação.


* Versão actualizada dos versos de Zeca Afonso " A morte saiu à rua"

quarta-feira, 9 de março de 2011

O novo "Velho do Restelo" (revolucionário mode)

Ó Glória de mandar! Ó triste e vã cobiça

A desta classe a quem chamamos políticos!
Têm fraudulento gosto e enorme preguiça
Arvoram-se em autênticos Deuses míticos!
Em enorme crise, grassa tamanha injustiça
Rude gente que para o povo são somíticos!
Quão mais desemprego, quão mais aumentos
Quão mais apertos, quão mais tormentos?






Classe que inquieta a alma e a vida,
Transformada em fonte de facilitismo,
Gente altiva de sentimentos despida,
Vã no conforto mas prenhe em cinismo,
Convive de forma leve, descomprometida,
Enquanto Portugal caminha para o abismo,
Outrora pessoas pelo povo idolatradas,
Hoje pelas mesmas gentes "mal-amadas".






A que novos desastres devemos assistir
Para colocar termo a toda esta espiral!?
Até quando o sofredor povo vai resistir
De Norte a Sul, do interior ao litoral!?
Estaremos prontos para o toque de reunir
Ficaremos  á espera do momento ideal!
Unidos faremos deste cantinho á beira-mar
Um Portugal justo, solidário e exemplar.

terça-feira, 8 de março de 2011

Construir o futuro

Que país é este onde em vez de viver, sobrevivo
Onde mesmo não tendo emprego, não tenho subsídio
Onde querendo trabalhar, as portas me são fechadas
Que país é este onde as pessoas são subvalorizadas
Onde a crise traz depressão, por vezes até o suicído
Onde o Governo não é solução, mas apenas paliativo?





Sonhei livremente, que num futuro não muito distante
O frágil povo fustigado pela crise e sem tostões
Sairá em massa prá rua, solidário, unido e militante
Contra esta classe política vendedora de ilusões




Nesse momento, onde todos seremos iguais e irmãos
Rumando na mesma direção, lutando por um só objectivo
Livres de qualquer mordaça e sem amarras nas mãos
Mostraremos como o nosso país pode ser mais produtivo




Sem os "jobs for the boys" e as mudanças de cadeiras
Subtraídos os "tachos", as vitalícias e douradas pensões
Livres destes políticos de carreira e demais pregadores
E também destes conselheiros, gestores e admnistradores
Viveremos livres de uma cambada de vís e gordos glutões
E colocaremos termo a uma louca espiral de asneiras




O bem de todo o povo será o bem de um novo Portugal
Onde a voz de todos nós poderá ser ouvida e defendida
Momento belo onde os portugueses renasçam em nova vida
Todos juntos unidos, lutando por um único e só ideal








SER FELIZES!!!!

terça-feira, 1 de março de 2011

Sindrôme Sebastianisto-Quixotesco

Significado de Sebastianista
s.m. e s.f. Pessoa que acreditava na volta de Dom Sebastião, rei de Portugal, desaparecido na batalha de Alcácer Quibir.

Significado de Quixotesco
Fig. Diz-se do que ou de quem é generosamente impulsivo; sonhador, romântico, nobre, mas um pouco desligado da realidade.




   Todos nós sabemos que no futebol nada é linear (talvez mesmo só as marcações do campo), e a modalidade ao mover com paixões de gentes com as mais variadas formas de "viver" esse fenómeno arrisca sempre a que aquilo que era mentira numa noite, seja uma verdade já estampada em todos os jornais na manhã seguinte.
   Serve o preâmbulo para falar do momento que o Sporting atravessa; mais uma vez na sua longa história o clube percorre um deserto, e no horizonte não se avizinha nada de bom...num momento em que se pediria unidade aparecem mil e um candidatos á presidência, apenas querendo o protagonismo e as parangonas dos jornais; eu como benfiquista que sou tenho pena por este momento mau que atravessa um dos nossos rivais (acredito que outros benfiquistas pensem exactamente o contrário), e explico porquê:

-Se o Sporting acabar, com quem nós benfiquistas vamos "gozar" ás 2ªs feiras, após as jornadas da Liga?!

-Se o Sporting acabar com quem vamos medir "pilinhas" a partir de agora?!

-Se o Sporting acabar por quem passarão a torcer os 50.000 sócios e o milhão de simpatizantes?!

Por tudo isto espero que o Sporting não acabe, mas as últimas notícias não auguram nada de bom, senão vejamos:

- Vai passar a ter como treinador interino José Couceiro que tem um longo historial de (não) conquistas tanto ao serviço dos clubes nacionais como das seleções de Portugal;

- Couceiro este que ainda há pouco tempo veio dizer que não estava nos seus horizontes treinar o Sporting, mas afinal quem paga o ordenado é que manda  e os outros obedecem, para mais com as normas de flexibilidade laboral que temos agora;

- O Sporting foi á Madeira e debaixo de um intenso nevoeiro, não saiu de lá nenhum Dom Sebastião que se tivesse transformado em "pinheiro", Liedson, Presidente ou até treinador.

São estas várias pistas, aliadas ao espírito saudosista dos adeptos do Sporting, que me fazem vaticinar a "doença" que afecta este grande clube (embora mais pequeno que os mais diretos rivais), e para a qual terão de encontrar o antídoto, mas parece que para já os candidatos a presidentes querem continuar a fazer alastrar a doença até que o clube fique moribundo.

PS: Na foto a prova de que a época do Sporting não foi despida de títulos.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Que parvo que eu sou!


Sou daquela geração dos sem ocupação
Vestem Boss e Armani e fazem um figurão
Que parvo que eu sou
Porque fui ingénuo e matei-me a estudar
Se bastava a política para me sustentar
Que parvo que eu sou
E fico a pensar
Que povo tão parvo
Onde se tornou hábito o comer e calar




Sou da geração dos "colarinhos brancos"
De políticos full-time e gestores de bancos
Que parvo que eu sou
Bastava ter um amigo ou um familiar
Que arranjasse um "tacho" para eu ocupar
Que parvo que eu sou
E fico a pensar
Que povo tão parvo
Onde para ter "canudo" nem é preciso estudar



Sou da geração que aparece na televisão
Sempre a dizer que querem o bem da Nação
Que parvo que eu sou
Que ainda acredito que a crise tem solução
Mas isso não passa de uma mera ilusão
E parvo não sou
E fico a pensar
Que povo tão parvo
Quão mais tempo esperamos por uma Revolução?


*Letra baseada na canção dos Deolinda "Que parva que eu sou"

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Solidariedade é preciso.

Não me abandone agora
( pedido de André Vilas Boas a Pinto da Costa)





Letra: Luís Afonso (Inspirada na letra de P.Abrunhosa "Não desistas de mim")

Música: Pedro Abrunhosa



Fechei-me na sala consigo
Assinei contrato com aperto de mão
E agora neste gabinete vazio
Não sei como os adeptos me tratarão
Mas sinto que vou ser feliz


Sei que tem uma espinha encravada
Desconhece como não destruiu o Roberto
Tanta a história inventada e estampada
E afinal o "galinheiro" ficou deserto
Sei que houve um tempo em que nós dois
Fomos alegres e intímos companheiros
Mas alguns empates e duas derrotas depois
Somos apenas na Liga os primeiros


Não desista de mim
Não me abandone agora
Não desista de mim
A Liga ainda demora


Ainda sei como se sente
Todo esse rancor e desencanto
Estar no camarote imponente
Mas com uma cara de espanto


Já não tenho mais trunfos
Fugiram-me entre os dedos
As duas taças banais
Já não vão para o museu
Fugiram para os rivais
Mas oiça o que lhe digo eu


Não desista de mim
Não me abandone agora
Não desista de mim
A Liga ainda demora


E não desista de mim

Não me abandone agora...
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Dê-me um abraço
(Pedido de Vilas Boas a Pinto da Costa)


Dê-me um abraço bem apertado
Dedicado, mas que entretanto
Seja forte e me tire deste pranto
Para onde fui atirado.


Dê-me um abraço, fique por perto
Fui xico-esperto, eu sei, não mo diga
Já não ganho mais nada, talvez só a Liga
(Mas nem isso é certo).


Já perdi, já não estou invicto,
E convicto, (embora com embaraço)
Digo para si:
Fique por perto,
Dê-me um abraço.


Dê-me um abraço, sem me magoar,
Comigo a pensar, sem me iludir,
Que estou certo, vai-me despedir
Se eu nada ganhar.


É nesse abraço que eu procuro
Um seguro, um espaço que me proteja,
Pois nem o Desportivo de Beja,
Treinarei no futuro.


Já perdi, já não estou invicto,
E convicto, (embora com embaraço)
Digo para si:
Fique por perto
Dê-me um abraço.



Letra: Luís Afonso (Baseada na letra de Miguel Gameiro "Dá-me um Abraço")


Música: Miguel Gameiro



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sábado, 1 de janeiro de 2011

Ladrões pouco inteligentes!

O que é preciso para se ser ladrão?

Audácia, Coragem, Necessidade(por vezes), Planeamento, Persistência, mas sobretudo Inteligência.

Parece que esta última qualidade para se ser malfeitor, aliada a alguma perda de mobilidade por parte dos gatunos, fez com que um bando de meliantes fosse capturado na cidade de Helsingborg na noite de 25 de Dezembro.

Os 3 meliantes resolveram assaltar uns armazéns situados na cave de um edifício de apartamentos, mas pasme-se, 2 deles deslocavam-se em cadeira de rodas...

Fonte da polícia sueca assegurou que nunca foi tão fácil seguir o rasto dos gatunos, pois bastava seguir o trilho deixado na neve pelas cadeiras de rodas; não precisaram de utilizar cães pisteiros e horas depois do roubo, os "artistas" foram apanhados e os objectos roubados, devolvidos a quem de direito.

Esta história aconteceu mesmo e faz-me lembrar aquela anedota dos 3 amigos que foram roubar uma quinta....

um era cego, outro surdo e um outro não tinha uma perna...

estavam eles em pleno assalto durante a escuridão da noite e o surdo diz...

-Já estou a ouvir os passos de alguém, deve ser o agricultor!!

E o cego responde...

- É bem capaz, pois pareceu-me ver um vulto ali na escuridão!

E diz o perneta começando a dar corda na caneta...

-Deixa-me começar a correr antes que ele me apanhe.

É que para se ser gatuno, não basta a necessidade, a oportunidade e tudo o resto, também é preciso ter dois dedos de testa e parece que para estes pobres deficientes suecos, isso é coisa que eles não têm.